Resenha: O ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (Agatha Christie)


A resenha de hoje é sobre um livro que esta prestes a estrear no cinema. Trata-se de O assassinato no expresso do Oriente, publicado em 1934 e escrito pela dama do crime Agatha Christie. O livro já teve três adaptações para o cinema, mas essa nova versão esta sendo bem aguardada por conta do elenco maravilhoso que trás Johnny Deep, Penélope Cruz, Michelle Pfeiffer entre outros grandes astros.

Na história o detetive Hercule Poirrot esta na Turquia quando recebe um telegrama solicitando que ele volte imediatamente para Londres. Poirrot sai as pressas no hotel e embarca no luxuoso Expresso do Oriente e logo estranha o trem estar lotado naquela época do ano.

Logo um passageiro se dirige a Poirrot e lhe pede ajuda, diz que esta correndo risco de vida e que precisa de um segurança. Poirrot não dá ouvidos e a viagem segue.  Quando estão passando pela Iugoslávia uma forte nevasca cai e o trem é obrigado a parar e esperar a tempestade passar. Durante a madrugada o passageiro que pediu ajuda é assassinado a facadas em sua cabine, sendo que a porta estava trancada por dentro. Devido a nevasca todas as portas e janelas do trem estão travadas, o que significa que o assassino esta dentro do trem. E agora? Quem é ele?

                                                      "Não se pode fugir dos fatos"

A partir daí o leitor se torna detetive junto com Poirrot e vai em busca de pistas. Ouvindo os passageiros, analisando os fatos, juntando as peças para tentar desvendar quem é o assassino e qual o motivo do crime.

O livro é no tradicional e maravilhoso estilo Agatha Christie, ou seja, não dá pra parar ler. Como todos os livros dela, esse não é grande tem cerca de 200 páginas o que significa que dá pra devorar em um dia.

Uma curiosidade é que esse livro foi inspirado em um fato real, sem envolver o assassinato. A inspiração da autora foi uma forte nevasca que impediu o Orient Express de chegar a seu destino em 1929 ficando vários dias parado no meio do caminho com os passageiros dentro.

"O impossível não pode ter acontecido. Consequentemente, o impossível é possível, a despeito das aparências"

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